Durante muito tempo os indivíduos acreditaram que ser feliz era possível, e que a felicidade podia ser alcançada mesmo para os que não tinham nada, mas conforme foram surgindo os bens materiais, a felicidade pareceu muito distante dos indivíduos que não tinham toda essa riqueza.
Assim como no século XV o que rege o mundo é a busca pela felicidade, independente de ser momentânea(comprada).
Assim como no século XV o que rege o mundo é a busca pela felicidade, independente de ser momentânea(comprada).
Os indivíduos passam uma parte da vida estudando para poder conseguir um bom cargo, uma grande parte trabalhando para ter dinheiro, para dar conforto não a si só como também para a família, para poder acumular e usufruir da compra deixando de lado a própria vida. Uma parte recuperando a saúde que perdeu e o tempo que deixou passar enquanto trabalhava e preparava uma suposta vida boa e feliz, e apenas uma pequena parte realmente aproveitando, usufruindo do que conquistou, e ainda sim, não encontrando essa tal felicidade que buscou nesse tempo todo, um desperdício de tempo talvez, momentos deixados de lado, a felicidade tão procurada na verdade se tornou algo submisso e fútil, girado em torno do ter, do querer, do poder e perdendo o verdadeiro significado e a doce sensação do ser, que passou despercebido diante de todo o esforço inválido e consequente.
A frase "Posso não ter um dinheiro no bolso, mas tenho um sorriso no rosto e isso vale mais do que qualquer riqueza" demonstra totalmente o conceito da felicidade, onde o ser é mais importante que o ter, onde um sorriso de uma pessoa que não tem nada, na verdade tem tudo, tudo o que um indivíduo que tem riquezas jamais terá, a felicidade.

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